Então, “fechemo-nos em casa” a dar corda à criatividade salvadora e evitemos, prevejo, a estridência exterior das rixas palavreiras com que se consume o tempo e se vai vendendo fumo por substância, que nos deixam mais atávicos, abúlicos e estagnados.
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Janeiro 2, 2009 às 17:35
Teresa Sá Couto
Então, “fechemo-nos em casa” a dar corda à criatividade salvadora e evitemos, prevejo, a estridência exterior das rixas palavreiras com que se consume o tempo e se vai vendendo fumo por substância, que nos deixam mais atávicos, abúlicos e estagnados.