Papéis sem conta
Sobre a minha mesa
O vento espalha as cinzas que deixei
Em forma de poemas antigos
Relidos
Perdido enfim confesso
Até chorei
Nada mais importa
Você passou
Meu samba sem razão
Se acabou
Um sonho foi desfeito
Alguma coisa diz
Preciso abandonar
Os versos que já fiz
Nada de novo
Capaz de despertar
Minha alegria
O sol, o céu, a rua
Um beijo frio, um ex-amor
Alguém partiu, alguém ficou
É carnaval
Eu gostaria de ver
Essa tristeza passar
Um novo samba compor
Um novo amor encontrar
Mas a tristeza é tão grande no meu peito
Não sei pra que a gente fica desse jeito
O condicionamento cada um cria o seu.
As pessoas sempre são infelizes acompanhadas.
Essa esquerda saudosista de 68 é muito chata.
O mundo está mudando.
Che e Cuba estão mortos.
Viva o capitalismo!
2 comments
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Julho 4, 2009 às 03:33
Lola
Papéis sem conta
Sobre a minha mesa
O vento espalha as cinzas que deixei
Em forma de poemas antigos
Relidos
Perdido enfim confesso
Até chorei
Nada mais importa
Você passou
Meu samba sem razão
Se acabou
Um sonho foi desfeito
Alguma coisa diz
Preciso abandonar
Os versos que já fiz
Nada de novo
Capaz de despertar
Minha alegria
O sol, o céu, a rua
Um beijo frio, um ex-amor
Alguém partiu, alguém ficou
É carnaval
Eu gostaria de ver
Essa tristeza passar
Um novo samba compor
Um novo amor encontrar
Mas a tristeza é tão grande no meu peito
Não sei pra que a gente fica desse jeito
O condicionamento cada um cria o seu.
As pessoas sempre são infelizes acompanhadas.
Essa esquerda saudosista de 68 é muito chata.
O mundo está mudando.
Che e Cuba estão mortos.
Viva o capitalismo!
Julho 4, 2009 às 03:53
Lola
Já imaginastes a trilha sonora da impossibilidade?